ÍNDICE:
- Projovem trabalhador seleciona instrutores
- Jornal chega a escolas públicas de Feira de Santana
- Caderno Dez!: jovens encaram a política de forma diferente
RESUMOS:
Projovem trabalhador seleciona instrutores
Ainda estão disponíveis 60 vagas para a seleção de instrutores do Programa Nacional de Inclusão de Jovens, o ProJovem Trabalhador. As inscrições vão até o dia 21 de agosto e podem ser efetuadas nos postos do Serviço Municipal de Mão-de-obra (SIMM), que funcionam de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, em Salvador. É necessário apresentar carteira de trabalho, RG, comprovante de residência e diploma ou certificado de conclusão de curso superior em Direito, Ciências da Computação, Sociologia, Biologia, Enfermagem, Psicologia ou Fisioterapia. Os selecionados trabalharão na preparação e inserção de jovens, com idades entre 18 e 29 anos, no mercado de trabalho. (A Tarde-BA, p. Últimas Notícias B8, 11/08 – Louise Cibelle)
Jornal chega a escolas públicas de Feira de Santana
Os jornais serão utilizados como recurso pedagógico para 55 mil alunos da rede municipal de ensino de Feira de Santana, cidade localizada no Semiárido baiano. A iniciativa faz parte do projeto A Tarde Educação, que tem como objetivo estimular o desenvolvimento educacional dos alunos através da leitura, escrita e informação. O programa educacional, desenvolvido pelo Grupo A Tarde, já está presente na rede estadual de ensino de toda a Bahia e nas redes municipais de Salvador, Camaçari e outros municípios. (A Tarde- BA, p. Salvador A6, 11/08 - Alean Rodrigues)
Caderno Dez!: jovens encaram a política de forma diferente
O Caderno Dez!, suplemento juvenil do Jornal A Tarde, reuniu estudantes e militantes do movimento social e partidário para discutir as várias formas de fazer política. A proposta foi refletir sobre como é possível falar de política fora do período eleitoral. Segundo os jovens, a escolha eleitoral é só um momento da política. O conselheiro da ONG Movimento Voto Consciente, Humberto Dantas, confirma o eles dizem. Para o estudioso, pensar em política em um ano não eleitoral é “absolutamente essencial porque a vida em sociedade é política”. Janaína Lopes, jovem da ONG CIPÓ – Comunicação Interativa e educadora da Pracatum, explica que, muitas vezes, a juventude faz política sem nem perceber, nos abaixo-assinados da escola, nas manifestações de rua. “A política da juventude surge de um desejo, de um incômodo, de maneira mais natural e legítima”, explica. (A Tarde-BA, p. Caderno Dez! 3, 4, 5, 11/08 – Nina Neves)
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