ÍNDICE
- Nota de Esclarecimento
- Professores estaduais paralisam aulas em Feira de Santana-BA
- MP inicia ação de combate à prática do bullying
- Cerca de 140 mil crianças são vítimas de acidentes domésticos por ano
RESUMOS:
Nota de esclarecimento:
Na edição de ontem do Clipping BA – A Criança e o Adolescente na Mídia, publicamos resumo de matéria veiculada pelo Jornal Tribuna da Bahia, no dia 14 de julho, sobre a Caminhada realizada em Salvador para lembrar os 19 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Na matéria, bem como no resumo por nós publicado, a reivindicação pela redução da maioridade penal figura dentre os objetivos da passeata, promovida pelos Conselhos Tutelares da capital baiana. É importante esclarecer que, enquanto atores sociais que lutam pela efetivação dos direitos de crianças e adolescentes e pelo cumprimento das diretrizes estabelecidas pelo ECA, somos contrários às propostas de redução da maioridade penal. Diversos exemplos de aplicação bem sucedida do Estatuto reforçam que a busca por soluções para a criminalidade envolvendo adolescentes passa pela implementação das medidas socioeducativas já previstas no ECA. Tais medidas trazem dimensões pedagógicas e políticas que são inconciliáveis com a execução de qualquer tipo de medida em estabelecimentos destinados a adultos, tal qual sugerem as propostas de alteração do que está previsto na lei.
* Confira agora resumos das matérias publicadas nos jornais de hoje (15/07)
Professores estaduais paralisam aulas em Feira de Santana-BA
Os professores da rede estadual em Feira de Santana deram inicio ontem a uma paralisação de 48h, convocada pelo sindicato da categoria. Desta vez, o protesto não tem relação com os salários. A queixa é pela precariedade das condições das unidades da rede estadual de educação. Segundo o presidente da APLB em Feira de Santana, Germano Barreto, faltam professores em todas as disciplinas. A estimativa é que haja uma carência de 250 profissionais. Alguns diretores se queixam ainda da falta de material de escritório e de carteiras para os estudantes. O sindicato promoveu uma manifestação na porta da Diretoria Regional de Educação (Direc), quando foi entregue um documento pedindo a definição de data para resolução dos problemas. Uma assembléia ocorrerá no dia 23, quando os professores vão decidir se dão inicio a uma paralisação por tempo indeterminado. (A Tarde-BA, p. Bahia A9 - 15/07 – Glauco Wanderley)
MP inicia ação de combate à prática do bullying
Promotores de Justiça da Infância e Juventude deram inicio a um projeto educativo de combate ao bullying nas escolas. Na manhã de ontem, os profissionais visitaram a Escola Estadual João Caribé, localizada no bairro de São Tomé de Paripe, em Salvador, e apresentaram um vídeo educativo sobre a prática do bullying – palavra utilizada para descrever atitudes agressivas, intencionais e repetidas adotadas por um ou mais estudantes contra outro(s). Após a exibição do vídeo, os promotores iniciaram um debate com os alunos sobre o tema. “A nossa proposta é conhecer a realidade de cada escola e construir alternativas conjuntas com as instituições de ensino, a fim de conscientizar os alunos sobre a prática do bullying e erradicar a questão da violência”, explica a procuradora de Justiça Lícia Oliveira. O projeto será aplicado inicialmente em 30 escolas estaduais do Subúrbio Ferroviário de Salvador, envolvendo alunos da 5º à 8º séries. (Tribuna da Bahia, p. Salvador 13, 15/07 – Elielson Barsan)
Cerca de 140 mil crianças são vítimas de acidentes domésticos por ano
Por serem ativas e curiosas, as crianças são maioria entre as vítimas de acidentes domésticos no Brasil. De acordo o Ministério da Saúde, cerca de 140 mil meninos e meninas são atendidos(as), por ano, em hospitais da rede pública por conta de traumas e lesões ocorridos em suas próprias casas. De acordo com a Associação Brasileira de Cirurgia de Mão (ABCM), a incidência dos acidentes infantis tem variação conforme a faixa etária e o desenvolvimento motor da criança. Segundo a ABCM, os grandes perigos estão no contato com os produtos químicos, materiais de limpeza, tomadas e fios elétricos e no livre acesso a espaços da casa como cozinhas, varandas e janelas. (Tribuna da Bahia, p. Salvador 7, 15/07 – Lorena Costa)
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