ÍNDICE
- Paralisação deixa 2,5 milhões de alunos sem aula
- Cidade do semiárido ganha um grande projeto esportivo
- Delegado acusado de agressão a adolescente
RESUMOS:
Paralisação deixa 2,5 milhões de alunos sem aula.
Cerca de 2,5 milhões de estudantes da rede estadual não terão aulas hoje (17) e amanhã (18). Os professores estaduais paralisam as atividades, pela segunda vez no mês, desde que a Secretaria da Educação do Estado (SEC) deflagrou o processo de enturmação – que junta classes de alunos com grande número de abandono. A decisão foi tomada na manhã de ontem, em assembléia. Segundo a diretora do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB), Marilene Betros, a medida não traz nenhum benefício a educadores e alunos no Sindicato dos Bancários (Ladeira dos Aflitos). Terça-feira, após reunião com a SEC, a categoria entrou com mandado de segurança na Justiça contra a enturmação. Amanhã, às 14h, os professores farão um ato em frente ao Tribunal de Justiça (CAB). (A Tarde, p. Salvador A4, 17/09 – Alana Fraga)
Cidade do semi-árido ganha um grande projeto esportivo
O governo estadual, por meio da Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb), apóia mais um projeto de iniciação esportiva no interior. A autarquia assinou um convênio ontem para implantação do projeto Esporte pela Vida, em parceria com a prefeitura de Cafarnaum, que visa atender a 1.480 alunos em idade escolar. O projeto contemplará aulas de futebol, futsal, vôlei, basquete, caratê e capoeira. A Sudesb vai disponibilizar os materiais esportivos e os fardamentos dos alunos. O Esporte pela Vida favorecará a integração entre as escolas municipais e estaduais e complementará o trabalho educacional dos professores em sala de aula e dos próprios pais dos alunos. (Tribuna da Bahia, p. Municípios 14, 17/09)
Delegado acusado de agressão a adolescente
Os pais de um adolescente de 13 anos no município de Baixa Grande (a 252 km de Salvador) acusam o delegado titular da cidade, Lane Andrade, de agredir com tapas na cabeça e arranhões nas costas o jovem. Pela versão do garoto, a agressão ocorreu de forma gratuita em via pública porque o ele estava em grupo tinha dito que estava tarde e indo para casa porque os “homens” (policiais) podiam pegar eles. O delegado diz que a abordagem só aconteceu porque o adolescente e mais três rapazes estavam agredindo um deficiente físico. Enquanto estavam aguardando a viatura chegar, tentou reagir e por isso, o delegado tentou contê-lo. O Conselho Tutelar da cidade levou o caso a Promotoria da Comarca de Baixa Grande. Segundo o Artigo 17º do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) devemos respeitar o direito da inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral da criança e do adolescente. (A Tarde - BA, p. Bahia, A11, 17/09- Samuel Lima)
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