ÍNDICE
- Lei causou redução de 20% na contratação de estagiários
- Meia-passagem para ensino a distância é debatida na Câmara
- Conflitos no ensino infantil devem ser tratados cedo
- Seminário aborda investimentos na educação infantil
RESUMOS:
Lei causou redução de 20% na contratação de estagiários
Um ano após a lei entrar em vigor, empresários, entidades de ensino e estudantes já se adaptaram às novas diretrizes que regulamentam o estágio no Brasil. Quando as exigências para a contratação de estagiários começaram a ser cobradas, a lei e a crise econômica internacional foram responsabilizadas pela redução das vagas. Doze meses depois, a Associação Brasileira de Estágios (Abres) estima uma redução em torno de 20% nas oportunidades, principalmente para quem está no ensino médio. Mesmo com a diminuição das vagas no País, o presidente da Abres, Arone Júnior, considera a lei um avanço. “Determina uma jornada de trabalho menor; estabelece o recesso remunerado de 30 dias uma vez por ano e exige um supervisor de estágio na empresa e na faculdade. Tudo em busca de melhor qualidade da educação”, pontua. A lei aumentou os custos para as empresas em 8,33% - percentual considerado pequeno diante das garantias conseguidas também para os empresários. (Tribuna da Bahia, p. Salvador 16, 29/09)
Meia-passagem para ensino a distância é debatida na Câmara
Representantes de estudantes do Ensino a Distância (EAD) prometem se mobilizar em defesa do direito à meia-passagem no transporte coletivo de Salvador. Desde o início do mês, eles estão impedidos de recarregar o Salvador Card. O Sindicato das Empresas de Transporte (Setps) se baseia na Lei 6.324, de 2003, que não prevê meia-passagem para alunos que não tenham frequência diária às aulas. Os estudantes protestam e afirmam que têm que cumprir estágios não-remunerados e, sem o benefício da meia passagem, isso é muito custoso. A regulamentação do serviço para o Ensino a Distância foi discutida ontem em audiência pública na Câmara Municipal. (Correio da Bahia, p. 24h 04, 29/09)
Conflitos no ensino infantil devem ser tratados cedo
Empurrões, mordidas, tapas e beliscões são normais na faixa etária de crianças entre três e quatro anos de idade, especialmente em ambientes escolares. Entretanto, quando esses episódios se tornam rotina é preciso haver a intervenção dos educadores e pais, afirmam especialistas em educação infantil. O psicopedagogo e consultor em Educação, Rodrigo Santos, explica que o exemplo das atitudes de pais e educadores tem muita influência na formação da criança. O profissional alerta que repreensões a base de gritos ou palmadas não são aconselhadas, pois a criança aprende que a lei do mais forte é a que prevalece. Crianças que apresentam comportamento agressivo acima da média ou, pelo contrário, são alvos constantes dos colegas devem ser encaminhadas para psicólogos infantis, que tentarão descobrir as causas de tal comportamento. (A Tarde-BA, p. Serviço A6, 29/09 – Alana Fraga)
Seminário aborda investimentos na educação infantil
O Centro de Cultura Amélio Amorim (Ccaam), localizado em Feira de Santana, sediou na última segunda-feira (28/09) o II Fórum Baiano de Educação Infantil (FBEI). O encontro teve como finalidade formar uma comissão que amplie no interior da Bahia a discussão sobre as formas de incentivar as prefeituras a investirem em educação infantil. Segundo o secretário de Educação da cidade, José Raimundo de Azevedo, o ensino infantil é alicerce para toda e qualquer formação do cidadão, por isso a garantia de sua qualidade deve ser uma preocupação geral. (Folha do Estado-BA, p. Geral 03, 29/09).
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